Cada caminho que eu faço já não é mais o mesmo.
Penso que eu nunca antes pisei nessa mesma seuqencia de pedras portuguesas.
E mesmo se pisei. Antes de hoje eu não era a mesma.
Se eu pudesse te mostrar as coisas na minha cabeça
você ia achar tão bobo! Eu acho...
Mas é tanta coisa.
Se eu pudesse, te mostrava a minha perspectiva de todas as coisas.
E aí você entenderia issso das pedras portuguesas.
domingo, 10 de maio de 2009
Sem ser mais do que pode...
Me senti muito especial.
Me senti como uma dessas pessoas que as outras admiram.
Eu estava realmente sozinha. Mas inteira e livre.
Não digo livre em oposição a me sentir presa,
mas falo da liberdade que vem quando você escolhe.
Suas escolhas te levam pra mais perto do seu coração,
e da sua liberdade.
Me senti como uma dessas pessoas que as outras admiram.
Eu estava realmente sozinha. Mas inteira e livre.
Não digo livre em oposição a me sentir presa,
mas falo da liberdade que vem quando você escolhe.
Suas escolhas te levam pra mais perto do seu coração,
e da sua liberdade.
Meus olhos na altura da lua.
Sorrindo pra mim, como um gato-monalisa enfeitando o céu.
Ela me segue. Ou eu a sigo.
Só sei que estamos sempre perto, uma da outra,
observando e protegendo.
Como numa dança em círculos concêntricos.
Siga em frente e vire à esquerda na lua.
Te prometo que o caminho vai ser fácil...
Sorrindo pra mim, como um gato-monalisa enfeitando o céu.
Ela me segue. Ou eu a sigo.
Só sei que estamos sempre perto, uma da outra,
observando e protegendo.
Como numa dança em círculos concêntricos.
Siga em frente e vire à esquerda na lua.
Te prometo que o caminho vai ser fácil...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Catavento
O vento passa.
Nada que você faça vai mudar isso.
O que a gente pode fazer é decidir como a gente se curva com ele.
Se o vento for mudança
acho que a gente tem que mudar também.
Sem nunca deixar de ver as clores, claro.
E se a brisa for suave
e não der vontade de fazer nada
de repente é pra gente ficar quietinho, sem se mexer.
Não quebro com o vento.
Nem entorto.
Só rodo e mudo a minha perspectiva.
Por que se já está tudo ao contrário,
as vezes ajuda olhar de ponta-cabeça.
Mas se você gosta da mudança
E do vento [como eu]
Vá atrás do vento.
Catavento.
Nada que você faça vai mudar isso.
O que a gente pode fazer é decidir como a gente se curva com ele.
Se o vento for mudança
acho que a gente tem que mudar também.
Sem nunca deixar de ver as clores, claro.
E se a brisa for suave
e não der vontade de fazer nada
de repente é pra gente ficar quietinho, sem se mexer.
Não quebro com o vento.
Nem entorto.
Só rodo e mudo a minha perspectiva.
Por que se já está tudo ao contrário,
as vezes ajuda olhar de ponta-cabeça.
Mas se você gosta da mudança
E do vento [como eu]
Vá atrás do vento.
Catavento.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
selva de pedra.
que nada! não dá pra comparar essa imensidão de civilização com a harmonia de uma selva.
porque a selva é a harmonia no caos.
a perfeição da aparente falta de ordem.
e o mais perto que eu chego disso
é um vasinho de violetas no meu banheiro.
é uma visita ocasional e marcante a um lugar remoto e imerso na surrealidade do
contato com tudo que é natureza.
e ao mesmo tempo, do lado de dentro
eu guardo todas as memórias dos momentos em que eu estive nessa harmonia.
quando a minha presença se incorporou a ela.
quando eu me senti parte do caos e da perfeição.
o difícil é fazer parte do caos da selva de pedra.
da imensidão da civilização e de tudo que ela traz.
todos os padrões e parâmetros ditados para manter a aparente ordem
e a real desordem.
a questão é nada disso ficar do lado de dentro.
se você repete os seus pensamentos pra si mesmo vezes demais
eles começam a perder o sentido.
e você também perde o sentido.
acho que às vezes é pra frente, o sentido.
mas o que é pra frente mesmo? parâmetros?
ande pra onde parecer mais harmônico.
pra onde encaixar; você vai sentir que está no lugar certo.
que nada! não dá pra comparar essa imensidão de civilização com a harmonia de uma selva.
porque a selva é a harmonia no caos.
a perfeição da aparente falta de ordem.
e o mais perto que eu chego disso
é um vasinho de violetas no meu banheiro.
é uma visita ocasional e marcante a um lugar remoto e imerso na surrealidade do
contato com tudo que é natureza.
e ao mesmo tempo, do lado de dentro
eu guardo todas as memórias dos momentos em que eu estive nessa harmonia.
quando a minha presença se incorporou a ela.
quando eu me senti parte do caos e da perfeição.
o difícil é fazer parte do caos da selva de pedra.
da imensidão da civilização e de tudo que ela traz.
todos os padrões e parâmetros ditados para manter a aparente ordem
e a real desordem.
a questão é nada disso ficar do lado de dentro.
se você repete os seus pensamentos pra si mesmo vezes demais
eles começam a perder o sentido.
e você também perde o sentido.
acho que às vezes é pra frente, o sentido.
mas o que é pra frente mesmo? parâmetros?
ande pra onde parecer mais harmônico.
pra onde encaixar; você vai sentir que está no lugar certo.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
a lua anda linda.
adoro essa época antes e depois da lua cheia.
você sabe onde ela está pelo brilho nas nuvens.
você sabe que ela está por perto quando tudo em volta fica feliz.
é muitíssimo hipnotizante.
acho que é meu pedaço werewolf aflorando.
será que eu tenho esse pedaço?
acho que todos temos todos os pedaços.
a magia não está nas coisas.
está em você.
você sabe que ela está por perto quando tudo em volta fica feliz.
feliz dentro de você.
penso mais a cada dia que é tudo questão de percepção.
adoro essa época antes e depois da lua cheia.
você sabe onde ela está pelo brilho nas nuvens.
você sabe que ela está por perto quando tudo em volta fica feliz.
é muitíssimo hipnotizante.
acho que é meu pedaço werewolf aflorando.
será que eu tenho esse pedaço?
acho que todos temos todos os pedaços.
a magia não está nas coisas.
está em você.
você sabe que ela está por perto quando tudo em volta fica feliz.
feliz dentro de você.
penso mais a cada dia que é tudo questão de percepção.
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